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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
quarta-feira, 6 de abril de 2011
domingo, 18 de abril de 2010
A ESPERANÇA QUE CONSTRÓI A ALEGRIA
Ele nunca brinca.Nunca.Não veio aqui para isso.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
FÁBIO DE MELO - CONTRÁRIOS
É tão doído a gente só ser visto a partir do presente; quando as pessoas olham para a gente e só enxergam o que a gente tem no momento...os amantes nunca esgotam as criaturas amadas...ele consegue enxergar o que a gente ainda não viu..a pessoa que ama consegue enxergar aquilo que o outro ainda não é - é o avesso.
sábado, 10 de abril de 2010
Homens que Entendem de Mulheres 3
Sou do tempo em que tristeza era curada com uma mala de roupa para lavar.O sabão e sua espuma sugerindo limpeza.Por dentro e por fora.A mesma água lavando sujeiras diferentes, alvejando roupas e alma num mesmo movimento.Tanque cura tristeza.Sol quente favorecendo o desejo de quarar as mezelas do mundo, retirando as manchas do tempo, os desatinos do passado.A água e sua capacidade de atingir o mais profundo, ultrapassando a pele e chegando aos destinos mais ocultos.A sujeira da roupa sendo desfeita pela força dos gestos das mãos.Do gesto, o que se desprende, como se houvesse uma continuidade que os olhos não enxergam, mas que a alma recebe em silêncio, prostrada.
Fábio de Melo, Mulheres de Aço e de Flores.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Homens que entendem de mulheres 1
Em mim há uma infinidade de recortes, mas não sou arte que deve ser apreciada com pressa.Sou feita de detalhes antigos que carecem de contextualizações.Quem quizer que venha, mas antes, se informe.Sou igual aos museus.Tenho horário para fechar.
Fábio de Melo, Mulheres de Aço e de Flores.
domingo, 7 de março de 2010
Evitando o seqüestro da subjetividade
Para quem leu "Vigiar e Punir", de Foucault, vai entender o que ele está dizendo.Mas Fábio de Melo vai além.
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terça-feira, 2 de março de 2010
CONHEÇA ANTES DE CRITICAR
Isso também vale para seu vizinho e para seu colega de trabalho.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Tempo de quaresma, tempo de sacrifício: que sacrifício ????
- Ah, estou há quarenta dias sem comer chocolate... (sacrifício que se propôs na quaresma).
- E O QUE ISSO MUDA NA SUA VIDA?
-TROCA O CHOCOLATE E PARA DE FAZER FOFOCA!
O SACRIFÍCIO DE QUARESMA TEM QUE ESTAR LIGADO A UMA MUDANÇA PESSOAL.É PRECISO VIVER O PREPARO.SABER O QUE TE ACORRENTA NO QUE É VELHO E ESTRAGADO.
Pe. FÁBIO DE MELO.
- E O QUE ISSO MUDA NA SUA VIDA?
-TROCA O CHOCOLATE E PARA DE FAZER FOFOCA!
O SACRIFÍCIO DE QUARESMA TEM QUE ESTAR LIGADO A UMA MUDANÇA PESSOAL.É PRECISO VIVER O PREPARO.SABER O QUE TE ACORRENTA NO QUE É VELHO E ESTRAGADO.
Pe. FÁBIO DE MELO.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
VIDA, VIDA...
Para ouvir esta versão cantada por Pe. Fábio de Melo, clique em "pause" no Iphone ao lado.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A OUTRA DIMENSÃO DA DOR HUMANA.
Sou do tempo em que tristeza era curada com um pequeno pedaço de goiabada com queijo, mas hoje não.Qualquer tristezazinha já tem que ser medicada com comprimidos que entorpecem a alma.Eu já disse para Liana não dar ouvidos ao médico que ela arrumou para curar a sua depressão.Coisa mais esquisita.Só porque está um pouco ansiosa, fato normalíssimo na vida humana, já foi diagnosticada como deprimida.Tristeza agora tem outro nome?

(...) Sou do tempo em que o mingau de fubá era a primeira refeição do dia.Antes, a vida demorava para acontecer.A confecção de um vestido cumpria os passos de um ritual (...). Hoje, não.Olha na vitrine e leva.Não há espaço para a espera que nos permite ocupar a mente.Os sabores não demoram em nós. (...).Deleite prolongado talhando a alma, tal qual a tesoura talha o tecido.A costura, os bordados, os reparos.O todo constituído de partes que nos ensinavam a saborear o período de esperas.
Sou do tempo em que tristeza era curada com uma mala de roupa para lavar.O sabão era a espuma, sugerindo limpeza.Por dentro e por fora.A mesma água lavando sujeiras diferentes, alvejando roupas e alma num mesmo movimento.Tanque cura tristeza (...).
Sou do tempo em que jardim não era artigo de luxo.Cada família cultivava o seu.Hoje arrumaram até paisagistas para darem jeito nas feiúras do mundo.Solução fácil não existe.Cada um deveria cuidar da feiúra mais próxima.
Acho que esttou ficando triste, ou deprimida, não sei.- "Rosilene, minha filha, me traz um pedaço de goiabada com queijo, minha filha!"
Fábio de Melo em Mulheres de Aço e de Flores, Editora Gente.

(...) Sou do tempo em que o mingau de fubá era a primeira refeição do dia.Antes, a vida demorava para acontecer.A confecção de um vestido cumpria os passos de um ritual (...). Hoje, não.Olha na vitrine e leva.Não há espaço para a espera que nos permite ocupar a mente.Os sabores não demoram em nós. (...).Deleite prolongado talhando a alma, tal qual a tesoura talha o tecido.A costura, os bordados, os reparos.O todo constituído de partes que nos ensinavam a saborear o período de esperas.
Sou do tempo em que tristeza era curada com uma mala de roupa para lavar.O sabão era a espuma, sugerindo limpeza.Por dentro e por fora.A mesma água lavando sujeiras diferentes, alvejando roupas e alma num mesmo movimento.Tanque cura tristeza (...).
Sou do tempo em que jardim não era artigo de luxo.Cada família cultivava o seu.Hoje arrumaram até paisagistas para darem jeito nas feiúras do mundo.Solução fácil não existe.Cada um deveria cuidar da feiúra mais próxima.
Acho que esttou ficando triste, ou deprimida, não sei.- "Rosilene, minha filha, me traz um pedaço de goiabada com queijo, minha filha!"
Fábio de Melo em Mulheres de Aço e de Flores, Editora Gente.
domingo, 31 de janeiro de 2010
PEDIDO
Eu não quero que você seja eu. Eu já tenho a mim. O que quero é que você chegue Com seu poder de chegar e de me devolver pra mim. Que você chegue com seu dom de também me fazer chegar Perto de mim...
Pra me fazer ver o que sou e que só você viu. Pra eu ser capaz de amar também O que só você amou. Eu não quero que você seja igual a mim. Eu já tenho a mim. Não quero construir uma casa de espelhos Que multiplique minha imagem por todos os cantos. Quero apenas que você me reflita Melhor do que julgo ser.
Fábio de Melo
domingo, 10 de janeiro de 2010
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