sábado, 24 de julho de 2010

O SERVIÇO PÚBLICO NO ATENDIMENTO AO PACIENTE SUICIDA




Paciente sem dono nos serviços hospitalares.Tentativas de suicídio, se limitam a lavagem gástrica, nos casos menos graves; nos casos mais severos, medidas de suporte em unidades de terapia intensiva, quando não vão ao óbito.

E depois? É encaminhado para algum profissional de saúde da área psícosocial? Geralmente não.O ideal é que fosse imediatamente acionado o psiquiatra, o psicólogo e o assistente social.Mas, não é o que ocorre.

Esses pacientes que sobrevivem ao que chamamos comportamento suicida são o maior grupo de risco para os futuros suicidas: 10% deles tentam novamente suicídio num período de dez anos.A maioria das causas são de ordem psiquiátrica: transtornos depressivos não tratados ou tratados com doses subterapêuticas de medicações antidepressivas; má adesão ao tratamento (abandono de tratamento, parada frequente do tratamento quando há alguma melhora terapêutica, etc), familiares que são pouco ou nada cientes da gravidade do quadro grave de seu integrante doente.

Os médicos de atenção primária (emergencistas de hospitais gerais, clínicos de modo geral) não aprenderam na graduação de medicina a lidarem com estes casos).Em geral, os pacientes com comportamento suicida são vistos de forma preconceituosa, para não dizer, de forma desdenhosa ("frescura", "histeria", "piti").Lamentavelmente, pois são casos graves.Não há humano que atente contra a própria vida se não possui patologia que ultrapasse seu instinto de sobrevivência.


ANJO

Um comentário:

Edinir-Croche disse...

Oi amiga
Obrigada por ter vindo, obrigada
oela sua companhia!
A sua ideia de fazer sapatinhos
é otima pois são pecinhas rapidas
e que muitas mães ficarão felizes
em receber.
Superbeijo da amiga Edinir-Croche

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